11/09/2006

Sharapova: Campeã do US Open 2006


Com um duplo 6/4, Maria Sharapova derrotou a belga Justine Henin-Hardenne na final do US Open, na noite de sábado, e conquistou seu segundo Grand Slam da carreira.
A russa, que já chegou a ser a número 1 do mundo, assume agora a terceira posição no ranking, atrás da atual número 1 Amélie Mauresmo (França) e da número 2, a própria Justine Henin-Hardenne.
Abaixo, o ponto final do jogo onde Saharapova derrotou a belga.
Mais um vez, vale observar a explosão do público. E a já "tradicional" passagem de Sharapova em meio aos espectadores, para abraçar o pai.

Schumacher: The Best



O alemão Michael Schumacher venceu o Grande Prêmio de Monza e completou 90 vitórias na Fórmula 1. Reduziu sua diferença em relação a Fernando Alonso de 12 para 2 pontos, e só depende dele para ser campeão pela 8ª vez. E, logo depois, anunciou que pára de correr no fim da temporada.
Há quem o adore, há quem o deteste.
Gênio para uns, Dick Vigarista, para muitos.
Melhor que Senna? Maior que Fangio? Impossível medir.
Os números dizem que sim. Mas números não têm coração. Simplesmente, nunca poderemos medir quem foi o melhor. Mas o maior, por um longo tempo, será Schumacher, que detém todos os recordes da Fórmula 1, menos o de corridas disputadas, que é de Ricardo Patrese. Números que dificilmente serão batidos. Talvez,nunca.
15 temporadas, 10 vezes disputando título. Ganhou 7 (até agora) foi vice duas vezes, e pode (provavelmente, vai) ganhar a oitava. Goste-se dele, ou não, dificilmente alguém vai bater suas estatísticas espetaculares.
Rubens Barrichelo diz: "Infelizmente, ele vai ser lembrado pelas coisas ruins".
E Rubinho, vai ser lembrado pelo quê?

09/09/2006

Maria Sharapova

Hoje, a russa de 19 anos tenta seu segundo título de Grand Slam, decidindo o US Open contra a belga Justine Henin-Hardenne.
Número 4 no ranking (provavelmente já em terceiro, independente do resultado da final), Sharapova, com seus gritinhos de até 102 decibéis, é a musa do tênis mundial. E, é claro, já é uma milionária. Seu nome movimenta milhões e milhões de dólares: perfumes, tênis, roupas, raquetes. Aos 19 anos, e só com um único título de Grand Slam até hoje, em Wimbledon, 2004. Aliás, abaixo o ponto final de Sharapova em cima de Serena Williams, fechando o jogo em 2 sets a zero (6/1 e 6/4) e que valeu esse título. Detalhe: a explosão da torcida inglesa, claramente torcendo por ela. Como, na verdade, em 99% das partidas que ela joga.


Agora, um comercial feito pela Nike "para ela", brincando justamente com sua beleza, doçura, delicadeza. E, é claro, com seu grito e seu backhand matador.


Aqui, Sharapova em um comercial para a Canon.


A partida final do US Open Feminino vai ser transmitida pela ESPN Brasil, a partir das 9 da noite.

08/09/2006

Clipe do Dia
Lily Allen - Smile


A inglesinha Lily Allen estourou nas paradas britânicas há pouquíssimo tempo.
Com seu sonzinho meio hip-hop-reggae-algumaoutracoisa-pop-balançadinho.
É música pra ouvir sem compromisso, a mocinha tem uma voz delicada e gostosinha, e é uma gracinha.
Não sei porque, me lembrou um pouco a Sandy, melhorada.
Vou atrás de ouvir mais coisas dela, e ver se ela vinga ou tem prazo de validade.
Imbecilidade

do JB

Chefe da Al-Qaeda pede que cada sunita mate um americano

DUBAI - O chefe da Al-Qaeda no Iraque, Abu Hamza al Muhajer, pediu que cada sunita mate pelo menos um americano nos próximos 15 dias, em gravação de áudio divulgada nesta quinta-feira num site islamita e cuja autenticidade ainda não foi verificada.
"Oh, súditos do emir dos fiéis, o mulá Omar! Oh, filhos de Osama bin Laden! Oh, discípulos de Ayman al-Zawahiri! Oh, homens de Abú Mussab al-Zarqawi! Eu os convido a matar pelo menos um americano num prazo de 15 dias", afirma Abu Hamza na gravação.
A mais bela ultrapassagem de todos os tempos

Shumacher deve anunciar sua aposentadoria no próximo fim de semana. Ou não.
Mas isso não tem nada a ver com esse post. Ou sim.
É que dá saudades dos tempos em que a gente via, nas pistas, dois brasileiros brigando, de verdade, por vitórias, cada uma mais emocionante que a outra.
Aí, achei este vídeo. Uma ultrapassagem de Piquet sobre o Senna, no Grande Prêmio da Hungria de 1986.
Coragem, técnica, talento.
Dos tempos em que os brasileiros nunca aceitariam a condição de coadjuvantes.
Bons tempos... Bons tempos...
(aproveite e curta a "trilha" do clip, também)
Eu adoro o Lelê

Uma das coisas mais inteligentes e divertidas da net é o Blog do Lelê.
Lelê é o sobrinho fictício do José Roberto Torero.
Começou a escrever durante a Copa, e ganhou um blog só dele.
Ó um trechinho do post mais recente:

"O diabinho na igreja
O meu nome é Leocádio, mas todo mundo me chama de Lelê (pelo menos quando ninguém está bravo comigo, porque aí a minha mãe me chama de “tinhoso”, o meu tio de “pestinha”, meu pai de “demoninho” e o meu tio me chama de “coisa-ruim”).
Ontem, depois que eu quebrei um vaso (por que os vasos são de louça e não de ferro ou de espuma?), a minha mãe disse que parecia que eu estava com o diabo no corpo. Eu perguntei para mim mesmo: “Será?”. Mas aí eu me respondi: “Não, ela quer é me botar medo.”
E aí, falando em diabo, eu lembrei das igrejas que eu visitei nas férias. Elas eram muuuito grandes. E mais velhas que o Brasil.
A primeira igreja que eu lembro é a Notre Dame, que quer dizer “Nossa Senhora” em francês. Ela fica numa ilha que fica no meio de um rio em Paris, o rio Sena, que deve ter esse nome por causa do Ayrton Senna, só que esqueceram de colocar um outro “ene”. "


Leia mais. É muito, muito bom. AQUI.

05/09/2006

Clipe do Dia
Thelonious Monk - "Blue Monk"
(Thelonious Monk no piano, Charlie Rouse no sax-tenor, Larry Gales no baixo e Ben Roley na bateria)



Thelonious Monk (1917-1982)
O estilo de Thelonious Monk ao piano é, numa palavra, enigmático - assim como sua personalidade. Seu fraseado, falsamente "desajeitado", é assimétrico, anguloso, sempre supreendente, e contudo extremamente econômico. Trata-se de um pianista dificílimo de acompanhar; poucos bateristas e contrabaixistas são capazes de transpor as armadilhas rítmicas que se ocultam em cada compasso e dialogar com o líder. A concepção harmônica da música de Monk evoca longiquamente Debussy e Ravel, e contudo é uma inteiramente pessoal. Sua influência se fez sentir até em gêneros distantes do jazz, como atesta o reconhecimento prestado a ele pelo grupo de tecno "low-fi" Portishead.
Excêntrico, Monk era famoso por emitir aforismos impenetráveis e por permanecer em longos períodos de muda abstração, para diversão e perplexidade dos que o rodeiam.

(copiado DAQUI)
Enquete do Blog do Noblat

Na sua opinião, a maioria dos políticos rouba ou tira vantagens pessoais do cargo que ocupa?

Sim 94%
Não 6%

Total de votos: 4862

Que imagem a dos políticos, hein?
Veja mais no Blog do Noblat.
Zidane x Materazzi: o bate-boca do ano

Até hoje ninguém sabe ao certo o que rolou entre os dois na final da Copa.
Mas Materazzi, ontem, confrmou: quando Zidane, p*** da vida de tanto levar puxões de camisa, disse que daria a camisa a ele, Materazzi, ao final do jogo, o italiano teria respondido: "Eu preferiria a sua irmã".
Vamos ver o próximo round.